Japchae

Japchae

21 Abril, 2021

Alguém disse noodles? Sim! Estes noodles coreanos vão levar-vos a viajar sem saírem de casa! Calma, não são complicados e garanto que valem a pena todos os passos. Viajar através da comida é um dos meus escapes favoritos! Vamos falar desta receita?

INGREDIENTES

Os ingredientes podem intimidar pois podem ser desconhecidos, mas são simples e muito saborosos.

São uns noodles deliciosos, do género de glass noodles, ou seja, meio transparentes quando cozinhados e com uma textura mais elástica e densa do que a massa de trigo comum que a maioria está habituada a comer.

Tradicionalmente estes são os vegetais que são usados no Japchae. Contudo se não tiverem estes podem substituir por outros. Como por exemplo, brócolos, couve flor, cebola.

Este ingrediente é super versátil e que vale mesmo a pena terem na vossa cozinha. Como está seco, o seu sabor está muito mais concentrado. Isto significa que fica perfeito em caldos, ramen, arroz…o que quiserem! Não é só valioso dentro da cozinha asiática, pois é muitas vezes a base de muitos caldos, mas também para o vosso dia a dia.

É essencial para a culinária coreana. É uma das bases da cozinha coreana e é indispensável se quiserem fazer este prato. O uso de uma gordura como o azeite, não irá resultar. O óleo de sésamo tem um sabor muito característico que traz a este prato o sabor que é necessário para a cozinha coreana.

ONDE COMPRAR ESTES INGREDIENTES?

-Supermercado Chen (Porto e LIsboa)

COMO HIDRATAR OS COGUMELOS SHITAKE

Para consumir este ingrediente é importante que os shitake sejam bem hidratados . Basta colocar agua a ferver por cima dos cogumelos e tapar até que estejam maiores e maleáveis. Durante 20/30min deve ser o suficiente.

COZINHA OS VEGETAIS INDIVIDUALMENTE

Todos os vegetais têm um tempo de cozedura diferente, daí ser importante cozinhá-los individualmente.

Ao saltear os ingredientes individualmente irás garantir:

– Que se mantêm estaladiços

– Que não perdem muitos nutrientes

– Que uns não cozem mais que outros

O MOLHO

Os ingredientes são básicos dentro da culinária asiática. Para o japchae, queremos um molho doce e salgado. Os noodles de batata doce não têm muito sabor, e como os vegetais não são temperados o molho têm um sabor mais concentrado.

Após misturar todos os ingredientes do molho numa taça, leva o molho a uma wook em fogo médio alto até o molho começar a mudar de consistência e engrossar.

Como podes ver nas fotos o molho passa de uma consistência líquida para quase um caramelo. Quando as bolhas começarem a formar podes desligar.

Na parte final da receita basta envolver todos os ingredientes que reservamos no molho e misturar muito bem.

NOTA: Os noodles de batata doce são muito compridos, por isso convém corta-los para que seja mais fácil de comer.

Vamos cozinhar?

  • 200g de noodles de batata doce
  • 7 shitake desidratados
  • 2 cenouras médias cortadas em rodelas
  • 2 mãos cheias de espinafres
  • 3 cebolinhos cortados em pedaços grandes
  • Sementes de sésamo para decorar

Molho

  • 1/3 cup de molho de soja
  • ¼ cup de agave
  • 3 dentes de alho picados
  • 2 csp de óleo de sésamo
  • Pimenta preta a gosto
  • 1 colher de chá de sementes de sésamo
  1. Hidrata os cogumelos shitake até que estejam bem maleáveis. Corta os cogumelos em tiras e reserva.
  2. Salteia todos os vegetais exceto o cebolinho, individualmente com um fio de óleo de sésamo. Reserva todos os vegetais.
  3. Coze os noodles em água a ferver durante 5/6min. Retira da água e reserva.
  4. Numa taça junta todos os ingredientes do molho. Cozinha o molho numa wook em fogo médio alto até o molho começar a engrossar. Desliga o fogo.
  5. Junta os nooldes, os vegetais e o cebolinho e incorpora tudo muito bem.
  6. Serve com sementes de sésamo e mais cebolinho.
  7. Aproveita!

Não queres perder nenhuma receita minha?

Subscreve à SPICYLETTER! Vais receber novidades do blog, conteúdos exclusivos e algumas receitas em primeira mão…e ainda recebes grátis o ebook ‘5 RECEITAS VEGAN DE CONFORTO’! 

SUSHI VEGAN

Sushi! É verdade aqui está uma receita que parece muito complicada, mas não é. É bem simples e faço imensas vezes aqui em casa. ‘Mas o sushi não é vegan’ este é! As plantas têm mesmo o poder de se transformar nos pratos que mais desejamos. O sushi é daquelas comidas...

RECEITA

BOWL ASIÁTICA COM TOFU

O tofu invadiu a minha vida de tal maneira que hoje trago-vos mais uma receita de tofu! Para quem ainda não viu lancei um ebook dedicado ao tofu. Lá podes encontrar dicas, receitas exclusivas e tudo o que precisas de saber para fazer...

RECEITA

NOODLES COM TOFU E LEGUMES

Eu adoro comida asiática! Para quem me segue há algum tempo isto não deve ser novidade nenhuma, pois eu todas as semanas como uma comidinha asiática. E isto de gostar deste lado da culinária já vem de algum tempo. Os meus pais...

RECEITA

O mel é Vegan?

O mel é Vegan?

16 Abril, 2021

Para algumas pessoas é difícil de compreender os hábitos alimentares vegan. Existe muito ceticismo, muitas dúvidas e poucas certezas.

O veganismo é muito mais do que uma escolha alimentar, é uma escolha ética, que exclui todas as formas de exploração e crueldade animal. Mas afinal, o mel é vegan?

É uma pergunta para a qual ainda não tenho uma resposta concreta. Mas porquê?

Como é produzido o mel?

A produção do mel começa quando as abelhas operárias (que trabalham fora das colmeias) recolhem o néctar das flores. Essa é a matéria-prima do mel.

SABIAS QUE…

Durante o período de um ano, uma colônia de abelhas come entre 120 a 200 quilos de mel?

Este pequeno inseto possui um estomago e um outro reservado apenas para a recolha e armazenamento do néctar. Uma espécie de tanque que reserva o néctar desde a recolha até a abelha chegar à colmeia, conseguem armazenar cerca de 70mg.

Durante o transporte, o processo já começa a acontecer, com a ajuda das enzimas que as abelhas produzem em glândulas da boca. Essas mesmas enzimas mudam o tipo de açúcar do néctar e impedem que o mel se estrague.

Quando as abelhas chegam à colmeia, o néctar é passado às abelhas mais jovens, estas processam o néctar por cerca de meia hora. É o tempo suficiente para que as enzimas quebrem os açúcares complexos do néctar e estes sejam transformados em açúcares mais simples, de modo que fica mais digerível para as abelhas e diminui o risco de ser atacado por bactérias.

Após este processo, as abelhas espalham o néctar ao logo dos favos de mel, onde a água evapora e torna-se numa calda mais grossa, o mel como o conhecemos.

A indústria

A indústria tem nos seus parâmetros a manipulação de colónias para aumentar a produtividade e como consequência aumentar o lucro da produção.

Ao retirar o mel, qualquer apicultor, por mais cuidado que tenha, não consegue deixar de matar alguns insetos. Para as abelhas o mel é alimento, elas produzem, armazenam e consomem nos períodos de escassez.

Quando as abelhas sentem que estão sobre ataque, atacam. Por consequência acabam por morrer.

As consequências da indústria, apesar de regulamentação existir, não existem garantias de como estas são cumpridas. Daí ser um tema muito sensível e difícil de definir em termos práticos.

Não existindo regulamentação, como sabemos que o mel produzido pelas grandes indústrias não causa o mau estar nestes pequenos insetos?

Os maiores problemas do consumo excessivo do mel

…mas, são apenas insetos!

As abelhas para além de produzirem mel, são responsáveis pela polinização. O desaparecimento desta espécie pode afetar 35% da produção dos cereais a nível mundial.

Porque é que isto é importante? Polinização

É um serviço valioso para o ecossistema permitindo o transporte de flor em flor através de agentes polinizadores bióticos

Aproximadamente 90% das espécies de flores em todo o mundo estão dependentes desta polinização

Contribui para o aumento da diversidade genética da flora e aumento da produção

Consequências e problemas da indústria no ambiente

O número de abelhões está a diminuir signitivamente (são muito importantes na polinização)

Aumento da nossa pegada de carbono (emissão de gases)

O mel é extraído das colmeias e substituído por uma substância com açúcar, pobre em nutrientes (prejudicando a vida e o bem-estar das abelhas)

Na produção em massa é comum a indústria matar milhares de abelhas durante o inverno (diminuição da espécie afeta diretamente a biodiversidade e os ecossistemas) 

Conclusão

O ser humano não necessita do mel para sobreviver, contudo o mais importante é mesmo reduzir o consumo de produtos de origem animal.

Se uso mel? Escolho não o fazer, contudo não considero que o uso pontual, vindo de agricultores locais responsáveis seja o problema.

É o consumo em massa que é muito destrutivo, não o uso pontual. O consumo em massa destrói as abelhas e consequentemente o planeta.

Qual é a melhor maneira de garantirmos o bem-estar destes pequenos insetos? É mesmo não consumirmos mel. Se optas por usar mel, fá-lo com a maior consciência possível, exclui o mel industrializado.

Alternativas ao mel

Já existem muitas alternativas ao mel convencional, felizmente algumas já são muito acessíveis e não custam balúrdios.

Aqui ficam algumas sugestões:

Receitas onde uso o agave como substituto do mel

Panquecas de aveia e espelta

Um pequeno-almoço super nutritivo e muito saboroso. Estas panquecas são fofas e ficam deliciosas!

Papas de aveia

O agave é um dos meus toppings favoritos quando faço papas de aveia! Estas papas ficam cremosas e deliciosas, o agave é perfeito nesta receita.

Bolachas de tahini e aveia

Uma receita deliciosa, simples de fazer para um snack perfeito. Onde o agave dá a doçura necessária para que este snack se torne viciante!

Espero que este post te ajude!

Fontes

Bifes de Cogumelos Pleurotus

Bifes de Cogumelos Pleurotus

12 Abril, 2021

Neste novo quadro do blog, vou trazer-vos receitas simples, para o dia a dia que podem incluir na vossa alimentação de uma forma fácil e descomplicada. Desta vez trago-vos bifes de cogumelos pleurotus. É um acompanhamento muito simples e fácil de fazer, ficam deliciosos, cheios de sabor.

Sei que pode ser difícil mudar a alimentação e com as milhares de receitas complexas que vemos por aí, por vezes achamos que será muito difícil implementar estas mudanças na nossa alimentação. Este nosso espaço serve para vos ajudar a descomplicar a cozinha 100% vegetal de uma forma simples.

COGUMELOS PLEUROTUS

Hoje em dia são muito simples de encontrar, pois estão presentes em todas as grandes superfícies e mercearias biológicas. Não dão para substituir nesta receita, as suas pequenas ranhuras absorvem a marinada e tornam estes bifes de cogumelos pleurotus num acompanhamento perfeito.

ESPECIARIAS

O segredo para um prato muito saboroso são mesmo as especiarias. Dentro do mundo vegetal, as especiarias ocupam um lugar de destaque sem dúvida. Uma alimentação vegan pode ser deliciosa, mas se não usarem especiarias garanto que vão ficar desiludidos. Por isso usem e abusem das vossas especiarias favoritas.

Nestes bifes de cogumelos pleurotus, usei o pimentão doce, que é uma especiaria muito familiar na nossa culinária, o pimentão doce fumado, que dá um sabor fumado muito presente na cozinha portuguesa também. Não é essencial nesta receita, porém faz uma diferença no paladar, se tiverem usem.

O alho em pó é uma especiaria que uso imenso na minha cozinha. Adoro alho, há receitas em que o alho em pó funciona muito melhor que o alho fresco, esta é uma delas. Se usássemos o alho fresco provavelmente iria queimar, e trazer um sabor amargo que seria desagradável ao paladar, pois os bifes de cogumelos pleurotus devem ser cozinhados a uma temperatura elevada, algo que não combina com o alho fresco.

MOLHO DE MOSTARDA

O molho é opcional, mas extremamente recomendável. A marinada dos cogumelos tem agave, que irá ajudar a caramelizar e criar uma crosta deliciosa. O molho de mostarda contrasta super bem com a doçura e o salgado dos bifes de pleurotus.

Vamos cozinhar?

  • 3 cogumelos grandes pleurotos

Marinada

  • 1 csp de molho de soja
  • 1 colher de chá de pimentão doce
  • 1 colher de chá de pimentão doce fumado
  • 1 colher de chá de alho em pó
  • 1 fio de agave
  • Pimenta a gosto
  • 50ml de água

Molho de mostarda

  • 1 colher de chá de mostarda em grão
  • 1 csp de azeite
  • 1 csp de vinagre
  • Sal e pimenta q.b
  • Coentros picados a gosto
  1. Mistura todos os ingredientes da marinada muito bem.
  2. Verte a marinada para os cogumelos e deixa marinar entre 15/30min.
  3. Coloca uma frigideira ao lume, alto com um fio de azeite.
  4. Frita os cogumelos de ambos os lados até bem dourados.
  5. Serve os cogumelos com o molho de mostarda e aproveita!

Não queres perder nenhuma receita minha?

Subscreve à SPICYLETTER! Vais receber novidades do blog, conteúdos exclusivos e algumas receitas em primeira mão…e ainda recebes grátis o ebook ‘5 RECEITAS VEGAN DE CONFORTO’! 

AS MELHORES BATATAS ASSADAS

Quem mais ama batatinhas? Eu cá não resisto a uma boas batatinhas assadas! E estas já são um favorito aqui em casa...

RECEITA

SALADA DE LEGUMES E AMENDOIM

Amo saladas! Mas não daquelas chatas só com alface, ninguém quer comer só alface não é verdade? Eu gosto de...

RECEITA

GUACAMOLE

Fãs de abacate esta receita é para vocês. O melhor guacamole! Com cebola roxa, tomate e muitos coentros. Podem comer com nachos, em torradas, nas vossas refeições onde vocês quiserem! Espero que vocês gostem.

RECEITA

Tacos Vegan

Tacos Vegan

6 Abril, 2021

Sabem que adoro variar o que como, são muitas as vezes que tenho vontade de comer comida de outros países. A comida dá-nos o poder de viajar sem sairmos de casa e eu acho isso incrível. Hoje, vamos até ao México! Tacos Vegan, com tortilhas caseiras de milho. As portas de embarque estão quase a fechar, por isso vamos ao que interessa, os nossos belos tacos vegan!

Os ingredientes são simples. Nesta receita usei um preparado de proteína de ervilha para me facilitar e foquei-me nas tortilhas, que, fizeram toda a diferença! Para além de serem muito mais saudáveis que as tortilhas de compra, são muito mais saborosas e com uma textura muito mais interessante.

SÊMOLA DE MILHO

É o ingrediente mais importante desta receita. Podem não usar e substituir por trigo apenas. Porém não serão tortilhas de milho mas sim de trigo. Apesar de não ser um ingrediente comum na nossa cozinha, é facilmente encontrado na maioria dos supermercados. Podem também usar farinha de milho se não encontrarem sêmola.

FARINHA DE TRIGO T65

Neste caso a farinha de trigo pode ser substituída por espelta branca. Sabem que sou exigente no uso das farinhas, pois elas podem mudar completamente a textura, sabor e até o crescimento da massa. Especialmente em pães. Mas, neste caso, é sim possível usarem farinha de espelta normal.

Vamos cozinhar?

(Para 6/8 tortilhas)

Tortilhas

  • ½ cup de farinha de trigo ou espelta
  • ½ de sêmola de milho
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 1/3 cup de água morna
  • 2 csp de azeite
  • 1 pitada de sal

Toppings

  • Usei a proteína de ervilha da ‘Cultured foods’ que podem encontrar na evervegan (usa o meu código ANASOFIA10 para obteres 10% de desconto nas tuas compras!)
  • Cozinhei a mistura de proteína de ervilha conforme as instruções e adicionei bastante sriracha e malagueta (sabem que sou fã de picante), usem a gosto.
  • Usei maionese vegan, coentros e tomates frescos e bastante sumo de lima
  • Os toppings são totalmente a gosto! Se tiverem vegetais assados ou um belo tofu mexido vai ficar uma delícia de certeza.
  1. Numa taça coloca as farinhas, o fermento e o sal. Mexe bem.
  2. Adiciona o azeite á água morna.
  3. Verte a água morna com o azeite na mistura lentamente, e vai incorporando com uma colher.
  4. Amassa bem a mistura até obteres uma massa uniforme.
  5. Deixa a massa descansar durante uns 20min.
  6. Faz pequenas bolas com a massa (eu fiz 6)
  7. Abre cada bola de massa com um rolo de massa delicadamente, até obteres um disco. Repete este processo até teres entre 6 a 8 discos. Não te esqueças de usar um pouco de farinha no rolo e na tua tábua para que a massa não se agarre á superfície em que estás a trabalhar.
  8. Cozinha cada tortilha individualmente numa frigideira, antiaderente sem gordura nenhuma e com o fogo bem alto, até estarem bem tostadas.
  9. Adiciona os toppings da tua preferência e aproveita!

Não queres perder nenhuma receita minha?

Subscreve à SPICYLETTER! Vais receber novidades do blog, conteúdos exclusivos e algumas receitas em primeira mão…e ainda recebes grátis o ebook ‘5 RECEITAS VEGAN DE CONFORTO’! 

SALSA MEXICANA PICANTE

Amo receitas com picante! Especialmente snacks, e esta é daquelas que é difícil parar de comer para quem ama picante como eu. Esta é uma receita muito simples e ótima para servir os amigos...

RECEITA

SEM NACHOS SEM QUEIJO

Sabem quando nos apetece tanto comer uma coisa, mas não temos todos os ingredientes em casa? Pois bem, foi assim que este prato surgiu! Sem nachos, sem queijo, nome escolhido por vocês e que...

RECEITA

GUACAMOLE

Fãs de abacate esta receita é para vocês. O melhor guacamole! Com cebola roxa, tomate e muitos coentros. Podem comer com nachos, em torradas, nas vossas refeições onde vocês quiserem! Espero que vocês gostem.

RECEITA

Brioche Vegan com Chocolate

Brioche Vegan com Chocolate

31 Março, 2021

Queres uma receita para esta Páscoa? Este brioche recheado de chocolate é uma ótima alternativa para tornares a tua Páscoa ainda mais deliciosa!

Nas épocas festivas são sacrificados muitos animais, penso que devemos tomar consciência de que, as nossas escolhas enquanto consumidores provocam imenso impacto tanto a nível das vidas dos animais como a nível ambiental.

O desafio que quero lançar-vos esta Páscoa é o #desafiopascoavegetal! Basicamente quero convidar-vos a substituírem 1 ou mais pratos que geralmente comem na Páscoa por alternativas 100% vegetais. No meu instagram vou deixar algumas sugestões ao longo da semana para vos inspirar.

Mas agora vamos falar do nosso brioche, afinal esta pode ser um dos complementos neste desafio!

FARINHAS

Acho que é sempre a maior dúvida quando faço pães ou massas que tenham levedura envolvida. Se é possível usarem farinha de espelta por exemplo? Sim, a densidade é semelhante, contudo não testei. Neste caso temos de pensar na regra que já vos ensinei em posts anteriores. Quanto mais branca e fina for a farinha mais fofo o pão irá ficar. Como estados a falar de um brioche, convém que seja bem fofo. Por isso aconselho a usarem a farinha de trigo T65, podem usar a T55 também.

FERMENTO

Já sabem, é importante que o vosso fermento esteja vivo para que a vossa massa cresça e fique bem fofinha. Se o vosso fermento formar bolhas está vivo se não formar não está e o melhor é mesmo usarem outro.

MANTEIGA VEGETAL

É mesmo importante usarem manteiga nesta receita (100% vegetal claro). Testei com óleo de côco e não resultou nada bem. Usem a vossa manteiga vegan favorita, vão ver que compensa.

CHOCOLATE

Usei 70%, mas geralmente até prefiro chocolates mais amargos. Podem usar entre 70% a 85%.

Vamos cozinhar?

Brioche

  • 2 + ¾ cup de farinha de trigo T65 ou T55
  • ¼ cup de açúcar amarelo ou de côco
  • 2 csp de fermento seco para pão
  • 1 pitada de sal
  • 180ml de leite de amêndoa sem açúcar morno
  • ½ cup de manteiga vegetal derretida

Recheio de chocolate

  • 55g de chocolate negro derretido (usei 70%)
  • ¼ cup de manteiga vegetal derretida
  • 2 csp de cacau em pó
  • 4 csp de açúcar em pó

Calda

  • 2 csp de agave
  • 30ml de leite de amêndoa sem açúcar

Brioche

  1. Começa por colocar o leite de amêndoa morno numa taça e junta o fermento. Mexe muito bem e reserva durante uns 10min.
  2. Após os 10min o fermento deve ter formado algumas bolhas.
  3. Junta os restantes ingredientes da massa e envolve muito bem com as mãos.
  4. Sim, no início a massa parece que não vai dar certo. Confia, é hora de amassar muito bem. Amassa a massa durante uns 10min. A massa deve ficar lisa e muito uniforme.
  5. Assim que atingires a consistência pretendida, reserva o teu brioche numa taça, tapada com um pano e reserva para levedar durante 2 horas ou até a tua massa dobrar de tamanho.

Recheio de chocolate

  1. Adiciona todos os ingredientes a uma taça, e envolve muito bem.
  2. Deves ficar uma pasta homogénea.

Montagem e cozedura

  1. Para montar o brioche começa por abrir a massa com um rolo até obteres um retângulo uniforme.
  2. Coloca todo o recheio de chocolate no meio da massa. Espalha com uma espátula para que tenhas uma camada de recheio regular.
  3. Enrola o brioche até que tenhas um rolo.
  4. Corta esse rolo cuidadosamente ao meio.
  5. Agora é só entrançar as duas partes.
  6. Coloca o teu brioche recheado numa forma retangular de pão forrada com papel vegetal e um pouco de óleo de côco.
  7. Deixa levedar por mais 1 hora dentro da forma. Coloca também um pano por cima.
  8. Pré aquece o teu forno a 170º.
  9. Leva o teu brioche ao forno a 170º por 35-45min, vai depender sempre do teu forno.
  10. Assim que o teu brioche sair do forno coloca a calda e deixa arrefecer.
  11. Agora é só aproveitar!

Não queres perder nenhuma receita minha?

Subscreve à SPICYLETTER! Vais receber novidades do blog, conteúdos exclusivos e algumas receitas em primeira mão…e ainda recebes grátis o ebook ‘5 RECEITAS VEGAN DE CONFORTO’! 

VEGAN WELLINGTON

Este bolo foi inspirado num bolo que comi há uns anos no porto dos gatos! Se não sabes do que estou a falar podes ver no meu IGTV. Lá tenho vídeos onde falo de sítios vegan aqui pelo Porto e o porto dos gatos é um deles. Confesso que este espaço merece um post aqui no blog! Está prometido o post quando for possível. Mas continuando a falar do bolo, é altamente...

RECEITA

TRUFAS DE CHOCOLATE E AVELÃ

Lembras-te de falarmos de ferreros no meu instagram? Pois bem, não tenho memória do sabor pois não sou fã! Porém sei os ingredientes que estão presentes e inspirei-me neles para vos trazer mais uma proposta para o vosso natal! Trufas de chocolate e avelã! Feitas com uma...

RECEITA
Bolo de Bolacha com Caramelo Salgado

BOLO DE BOLACHA COM CARAMELO SALGADO

Uma receita que me faz viajar no tempo? Pois para mim o bolo de bolacha é uma delas! Lembra-me os almoços que tinha com o meu pai nas típicas tasquinhas portuguesas, que bom são os sabores tradicionais, não é? E se vos disser que...

RECEITA